Amor Cego

Amor cego




Já se perguntou: é o amor cego verdadeiro? Ou seu eu tolo (a)?

Não vamos falar sobre o amor cego que não o deixa ver o físico pouco atrativo de uma pessoa; isso não é o que nos interessa. Interessa-nos quando essa pessoa não é mais conveniente para a sua vida e que devia deixar de lado, mas você ainda é cego, surdo e derretido por ela ou ele.

Muitas mulheres e homens têm um mecanismo infalível de se apaixonar pela pessoa errada. Conheça connosco que mecanismo é esse e como pode desativá-lo para nunca mais cometer os mesmos erros.

"Alguma vez já se perguntou por que há sempre uma mulher ou um homem, que embora não sendo tão maravilhoso, todos(as) se apaixonam? Talvez alguns acreditem que é o seu parceiro ideal, mas como todos se rendem a esse alguém num lugar cheio de solteiros e solteiras?

Apesar de não ser muito agradável, parece que este ato é devido ao costume primitivo da necessidade de acasalamento.

"O amor romântico é muito mais que uma emoção", diz Helen Fisher, antropóloga e autora de "Why We Love". Ela diz que é um instinto básico de acasalamento, o que significa que estamos condicionados a enviar o nosso DNA para o futuro, tentando assim perpetuar a espécie. Além disso, isso acontece onde quer haja muitos homens ou mulheres, como onde há poucos(as).
 
 O fenómeno de se apaixonar não se limita apenas aos seres humanos. Todos os animais, desde os orangotangos até às criaturas no fundo do mar, estão programados da mesma maneira. Se estiver num ambiente social limitado (por exemplo, cidades pequenas ou escritórios com pessoas do mesmo sexo) a adaptabilidade vai fazê-lo escolher uma pessoa mesmo sabendo que não está altura daquilo que escolheria se tivesse mais opções.

Somos, por assim dizer, programados para selecionar o que está disponível.

Em outras palavras, nenhum de nós estaria aqui hoje se os nossos antepassados ​​da Idade da Pedra tivessem rejeitado qualquer parceiro em potencial que não atingisse os seus padrões sexuais.

Como saber se isso realmente é amor ou é um truque da natureza para forçá-lo a se estabelecer e procriar? Deixe-se guiar pela intuição.

Pergunte-se se realmente sente uma ligação ou se está apenas tentando convencer-se de que essa pessoa é para si, porque quer sentir-se mais bonito, não quer estar mais tempo solteiro, etc...

Outra pergunta que tem de fazer é se acha que é fácil estar com ele ou ela, ou se tem de fingir ou auto convencer-se que assim é.
Você tem de saber que um bom relacionamento não pode ser forçado, não tem de ser uma batalha.
Ambos devem ser capazes de se divertir e apoiar sem sentir que é uma obrigação.

E não faz mal procurar a ajuda de um terceiro. Se está só e à procura de amor, a sua mente pode ficar confusa. Se apresentar o seu parceiro em potencial às pessoas que o conhecem bem, essas pessoas podem ajudar, por lhe dizer francamente se acredita que vocês os dois são compatíveis. Lembre-se, isso pode guiá-lo, mas não definem as suas decisões sobre a nova pessoa na sua vida.

Também é importante rever a sua lista. Todos devemos ter uma lista de qualidades que gostaríamos de encontrar num parceiro. Embora possa não encontrar uma pessoa com todas, deve ter a maioria. Nunca se contente com menos.

Se tudo parece no lugar, é sinal de que está com alguém que pode fazê-lo muito feliz e não apenas passar alguns momentos de pouca importância.

Tente não se iludir, nem subir às nuvens antes do tempo. Cabeça fria e pés bem assentes é o que necessita para não sair à primeira com alguém que não combina com você.

 

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